Portugal Towers

Resultado provisório · 2.º semestre de 2026

Velocidade das redes móveis em Portugal

A NOS lidera o índice do período em curso. Apuramento sobre 1327 medições enviadas pela comunidade em 196 locais distintos, desde 1 de julho de 2026. Os valores são atualizados à medida que entram novas medições e o apuramento do semestre encerra a 31 de dezembro de 2026.

Índice do período
NOS
100/100
123.2 Mbps de download típico
download típico · mediana 124.6 Mbps · 593 testes em 89 locais

Apuramento nacional

Classificação nacional

1 1.º lugar
NOS
100/100
123.2 Mbps típicos · 41.5 de upload
593 testes · 89 locais · melhor 221.2 Mbps
2 2.º lugar
DIGI
63/100
70.0 Mbps típicos · 31.6 de upload
719 testes · 100 locais · melhor 210.6 Mbps
3 3.º lugar
MEO
61/100
75.8 Mbps típicos · 24.2 de upload
15 testes · 7 locais · melhor 130.6 Mbps
#OperadorÍndiceDownload típicoMediana P90MelhorUploadTestesLocais
1 NOS 100 123.2 124.6 203.3 221.2 41.5 593 89
2 DIGI 63 70.0 69.6 101.1 210.6 31.6 719 100
3 MEO 61 75.8 72.6 125.8 130.6 24.2 15 7
Vodafone ainda sem speedtests da comunidade

Valores em Mbps. P90 é a velocidade que só 10% dos testes ultrapassam. Operadores medidos em menos de 5 locais aparecem sem posição.

Por tecnologia

Resultados por tecnologia

4G download típico, Mbps
NOS 123.2
DIGI 70.0
MEO 75.8

1322 testes em 4G.

5G SA download típico, Mbps
NOS 160.2

5 testes em 5G SA, ainda poucos para declarar um vencedor da tecnologia.

Nos speedtests, 5G quer sempre dizer 5G standalone: em NSA o telemóvel continua agarrado ao 4G e reporta-se como tal, por isso o que aparece em 5G SA foi mesmo medido numa ligação autónoma.

Comparação direta

Comparação por métrica

Download típico Mbps
NOS 123.2
DIGI 70.0
MEO 75.8
Upload típico Mbps
NOS 41.5
DIGI 31.6
MEO 24.2
Pico medido melhor teste, Mbps
NOS 221.2
DIGI 210.6
MEO 130.6

O índice de cada operador pesa 70% o download típico e 30% o upload típico, sempre em relação ao melhor do período: quem lidera as duas métricas chega a 100.

Por região · NUTS 3

Resultados por região

Grande Lisboa
NOS 127.1 Mbps
2.º DIGI · 73.2 Mbps
1272 testes · 177 locais
Tâmega e Sousa
MEO 68.0 Mbps
2.º DIGI · 55.2 Mbps
42 testes · 17 locais
Oeste
NOS provisório 48.9 Mbps
2.º DIGI · 36.3 Mbps
13 testes · 2 locais

Cada teste é colocado na sua região por interseção geométrica com a Carta Administrativa Oficial de Portugal. Dentro de cada região o cálculo compara com a mediana dessa região, não com a do país; abaixo de 3 locais o líder fica marcado como provisório. Não há ainda medições suficientes em 23 das 26 regiões.

Documento

Relatório semestral

Velocidade das redes móveis em Portugal, 2.º semestre de 2026 Documento em PDF com metodologia, resultados nacionais, por tecnologia e por zona, com detalhe por região NUTS 3, limitações e ficha técnica. Versão provisória, atualizada com os dados mais recentes; a versão final é fixada a 31 de dezembro de 2026.

Metodologia

  1. Um voto por local. Cada teste cai numa célula de cerca de 450 m e, dentro de cada célula, conta só a mediana dos testes desse operador. Quem faz 400 testes em casa pesa o mesmo que quem fez um.
  2. Mediana, não média. A pontuação do operador é a mediana das medianas dos seus locais, por isso meia dúzia de testes excecionais não puxa o resultado para cima.
  3. Amostra pequena puxa para o meio. A pontuação encolhe na direção da mediana global com peso n/(n+3), sendo n o número de locais: com poucos locais o operador fica perto da média de todos, e aproxima-se do seu valor real à medida que aparecem dados.
  4. O lugar é decidido pelo índice. Download típico e upload típico entram num só número de 0 a 100, com pesos de 70% e 30%, sempre em relação ao melhor operador do período. Ser o mais rápido a descarregar não chega se o envio ficar muito atrás.
  5. Menos de 5 locais não ordena. Fica na tabela, marcado, mas sem posição.

Medições feitas pela comunidade, com telemóveis e percursos diferentes. A velocidade de um teste depende também da agregação de portadoras, do espetro ativo no site e do backhaul da torre, e não apenas do operador.

Período de referência

Os valores publicados constituem o resultado provisório do 2.º semestre de 2026 e abrangem as medições recebidas desde 1 de julho de 2026, sendo revistos sempre que entram novas medições.

Em 31 de dezembro de 2026 é fixado o apuramento final do semestre, que passa a constituir o resultado oficial do período. O semestre seguinte inicia-se com nova contagem, sem transporte de resultados anteriores.

O apuramento cobre apenas locais onde houve medições. Cada local novo tem mais efeito no resultado do que medições repetidas num sítio já coberto, uma vez que o cálculo atribui um voto por local.